quarta-feira, 23 de novembro de 2011

A Educação Física e seus desafios

Oi Pessoal,


Divulgação do livro do grupo.

A EDUCAÇÃO FÍSICA E SEUS DESAFIOS: formação, intervenção e docência.

Autor(es): Dagmar Hunger - Samuel de Souza Neto - Alexandre Janotta Drigo (orgs.)

Segue o link:

http://www.editoracrv.com.br/?f=produto_detalhes&pid=3329

Abraços,
Dijnane.


Pessoal,

Segue informações sobre o lançamento do livro: "Os Saberes Docentes na Histórias de Vida do Professor de Educação Física"

Vejam no site http://editoracrv.com.br/?f=produto_detalhes&pid=3307.

Abraços,

Dijnane.

Pierre Bourdieu

Oi Pessoal,

Há um blog a respeito do Pierre Bourdieu que traz artigos e vídeos. Vejam no link:
http://pierrebourdieuunhommage.blogspot.com/2011/01/en-ligne-pierre-bourdieu-sociologie-de.html

Abraços,
Dijnane.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

sábado, 12 de novembro de 2011

VII Congresso IberoAmericano de Docência Universitária

Oi Pessoal,

Segue link com as informações do Congresso.

O VII Congresso IberoAmericano de Docência Universitária, subordinado ao
> tema geral Ensino Superior - Inovação e qualidade na docência, vai
> realizar-se na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da
> Universidade do Porto (FPCEUP), de 24 a 27 de Junho de 2012

http://www.fpce.up.pt/ciie/cidu/index.html

Abraços,
Dijnane.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

EVENTO - PUC/SP

Olá Pessoal,

Segue a divulgação de evento.

X Encontro de Pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo, da
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, que tem como gerador
das palestras e círculos epistemológicos o tema Currículo: Qual é o
conhecimento que importa?

A programação detalhada está disponível em:
http://www.ced.pucsp.br/encontro_pesquisadores_2011/

Abraços,
Dijnane.
>

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Tempo na escola e ano letivo

Tempo na escola e ano letivo

JC e-mail 4379, de 07 de Novembro de 2011

A proposta do ministro da Educação, Fernando Haddad, de aumentar para 220 os dias letivos da escola básica brasileira surpreendeu boa parte dos especialistas na área. Maior surpresa ainda foi a justificativa de que com isso daríamos um grande salto na melhoria da escola pública brasileira. Felizmente, depois de críticas, o governo admite, extraoficialmente, que desistiu da ideia, segundo publicou em suas páginas pessoais a secretária de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Maria do Pilar Lacerda.

É evidente que a defesa de uma escola pública de qualidade é uma bandeira na qual todos nos irmanamos. Há, também, certo consenso de que uma educação de qualidade deve comportar, necessariamente, mas não apenas, a garantia ao aluno do direito à entrada e à permanência na escola, à aprendizagem dos conhecimentos, das práticas, dos valores e das sensibilidades escolarizados e, é evidente, ao respeito à sua integridade física e psíquica.

Nos últimos 120 anos, para ficarmos apenas no período republicano, houve um aumento substantivo dos conhecimentos e das práticas escolarizados, ao qual correspondeu um significativo aumento do tempo considerado necessário para que o cidadão possa ter uma educação básica de qualidade. Partimos de uma média de 4 anos no início do século 20 e chegaremos a 12 em 2016. Mudanças substantivas ocorreram, também, com o período letivo anual até chegarmos aos 200 dias atuais, que é bem próximo do praticado por outros países.

Há, no entanto, um tempo escolar que se manteve praticamente o mesmo ao longo do período: o tempo diário de permanência na escola. No Brasil, ao contrário de outros países, temos considerado sistematicamente, pelo menos do ponto de vista das políticas públicas, o tempo de 4 horas ou 4 horas e meia, como um padrão que atravessou o século passado sem nenhuma alteração.

Penso que hoje um dos grandes desafios que se colocam para a escola pública brasileira é criar a possibilidade de as crianças e adolescentes permanecerem um maior tempo diário na escola. Esse sim é um desafio que vale a pena ser enfrentado se não se quer fazer demagogia ou apenas campanha política. Essa sim pode ser uma estratégia de grande impacto no aprendizado, desde que conduzida séria e profissionalmente e não por meio de políticas pobres para os pobres. Essas últimas, como sabemos, usam e abusam de todos os artifícios - como a contratação de monitores e estagiários, por exemplo - para diminuir os custos das ações.

O problema no Brasil, desde pelo menos o século 19, é que se quer melhorar a escola frequentada pelos filhos dos trabalhadores fazendo, sempre, o que é mais barato: reforma do currículo, formação de professores e mudanças de métodos de ensino. E agora, estendendo o ano escolar. Não custa nada lembrar o que já dizia há mais de 80 anos o saudoso Anísio Teixeira: escola de qualidade é coisa cara. Que o digam as classes médias brasileiras, que, abdicando do direito à escola pública, colocam seus filhos nas boas escolas privadas do País.

Luciano Mendes de Faria Filho é professor da UFMG e coordenador do projeto Pensar a Educação, Pensar o Brasil - 1822/2022.

Fonte: http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=79995

Blog pedagogia - infancia

Oi Pessoal,

Envio o link de um blog sobre educação infantil, caso alguém se interesse...
http://pedagogiacomainfancia.blogspot.com/
Abraços,
Dijnane.